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Dubai · EAU — para a comunidade lusófona

Viver, empreender e investir nos Emirados, na sua língua.

Empresa, visto de residência, Emirates ID e Golden Visa tratados de ponta a ponta, em português, para quem vem de Portugal, do Brasil, de Angola, de Moçambique, de Cabo Verde e de toda a lusofonia.

A Torre de Belém, em Lisboa, à beira do Tejo.
Lisboa · Portugal
Dubai · GMT+4
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De Lisboa a Díli, de São Paulo a Maputo: trabalhamos no seu fuso horário.

Na sua língua

Dubai explicada em português, por quem conhece o seu país.

Licença, banco, visto e mudança da família são decisões técnicas demais para serem discutidas num inglês intermediado. Aqui tudo acontece em português: a primeira conversa, a proposta, cada documento e cada pergunta do banco. Do outro lado está gente que conhece a realidade de Portugal, do Brasil e dos países africanos e asiáticos de língua portuguesa.

  • Portugal
  • Brasil
  • Angola
  • Moçambique
  • Cabo Verde
  • Guiné-Bissau
  • São Tomé e Príncipe
  • Timor-Leste

Serviços

Tudo o que a mudança para os Emirados exige, num só lugar.

Quem chega a Dubai tem quatro coisas a resolver, por esta ordem: a estrutura da empresa, a residência, o banco e a vida da família. Tratamos de todas — e de como cada decisão afeta a seguinte.

01

Abrir empresa

Constituição em Free Zone, Mainland ou Offshore, com a atividade licenciada certa, a quota de vistos adequada e a documentação pronta para o banco.

Para empresários, consultores, profissionais remotos e investidores que querem faturar, operar ou deter ativos a partir dos Emirados.

Vantagem central

100% de propriedade estrangeira na maioria das atividades e, em Free Zone, 0% de imposto corporativo sobre o lucro qualificado quando os requisitos são cumpridos.

02

Residência e Emirates ID

Visto de residência associado à sua empresa, Emirates ID, exame médico, biometria e, quando aplicável, extensão ao cônjuge e aos filhos.

Para quem quer de facto viver e trabalhar em Dubai, abrir conta bancária pessoal e ter residência nos Emirados.

Vantagem central

Todo o trâmite de imigração acompanhado por quem já fez o mesmo caminho com famílias portuguesas, brasileiras, angolanas e moçambicanas — incluindo os agendamentos à chegada.

03

Golden Visa e investimento

Residência de longo prazo por investimento imobiliário, participação societária ou perfil profissional, com análise de elegibilidade antes de qualquer compromisso.

Para quem quer estabilidade de residência nos Emirados sem depender de um empregador — investidores, empresários e famílias.

Vantagem central

Visto de longo prazo e renovável, com a família incluída — o Golden Visa por investimento imobiliário parte de imóveis a partir de AED 2 milhões.

04

Mudança e vida em Dubai

Conta bancária pessoal, casa para alugar, seguro de saúde, escola para os filhos e carta de condução — a lista prática que vem depois do visto.

Para famílias e profissionais que estão mesmo a mudar-se e querem chegar com o essencial já encaminhado.

Vantagem central

Uma única pessoa de referência, em português, para tudo o que costuma ficar repartido por cinco fornecedores diferentes.

O regime dos Emirados, em números

  • 0%de imposto corporativo sobre o lucro qualificado de empresas de Free Zone que cumprem os requisitos de Qualifying Free Zone Person.

    Federal Tax Authority

  • 100%de propriedade estrangeira na maioria das atividades econômicas, sem exigência de sócio local nem de agente emiratense.

    Decreto-Lei Federal nº 26/2020

  • 9%é a alíquota padrão do imposto corporativo dos EAU sobre o lucro tributável que excede AED 375.000 por ano.

    Federal Tax Authority

  • 3–10dias úteis é o prazo usual de emissão da licença em Free Zone com a documentação completa. Visto e conta bancária correm depois.

    Prática de mercado nas Free Zones

Regras vigentes em agosto de 2026, conforme a Federal Tax Authority e o portal oficial do governo dos EAU. Informação geral, não constitui aconselhamento fiscal ou jurídico.

Dois fusos, um processo

De onde você opera hoje para onde a sua empresa vai operar.

O Cristo Redentor sobre o Rio de Janeiro.
Rio de Janeiro · Brasil
O Burj Khalifa e o horizonte de Dubai.
Dubai · Emirados Árabes Unidos

Por que nós

Boutique, em português, do lado de dentro.

Existem centenas de intermediários vendendo licença em Dubai. A diferença aparece depois da venda — quando o banco pede um documento que ninguém avisou, e você precisa de alguém que atenda.

  • Português nativo, não tradução

    Estrutura societária, quota de vistos e exigências bancárias discutidas em português, com quem entende o vocabulário do seu contabilista ou contador. Nada se perde num inglês técnico intermediado.

  • Cada país lusófono, com as suas regras

    Portugal, Brasil, Angola, Moçambique e os demais países de língua portuguesa têm regras próprias de câmbio, transferências e residência fiscal. Conhecemos as perguntas que cada cliente traz e preparamos o dossiê de origem dos recursos que os bancos dos Emirados exigem. As questões fiscais no país de origem devem ser confirmadas com um assessor local — não damos aconselhamento fiscal fora dos Emirados.

  • Um ponto de contato, sempre o mesmo

    Nada de fila de atendimento nem de um consultor diferente a cada mensagem. Você fala com a mesma pessoa da consulta inicial até o Emirates ID na sua mão — e depois dela também.

  • Presença local em Dubai

    Escritório e relacionamento nos Emirados, não um revendedor operando de fora. Isso muda a velocidade de resposta em cartório, banco e imigração — que é onde os processos costumam travar.

  • Escopo fechado antes de começar

    Proposta por escrito com o que está incluído, as etapas, os prazos e o que depende de cada parte. Sem surpresas no meio do processo.

  • Acompanhamento depois da licença

    Renovação, alteração de atividade, novos vistos, registro de imposto corporativo e IVA. A abertura é o começo da relação, não o fim do contrato.

Processo

Da primeira conversa à empresa operando.

Seis etapas, na ordem em que acontecem. Você sabe sempre em qual delas está e o que depende de você.

  1. 01 · 40 minutos

    Consulta inicial

    Uma conversa de aproximadamente 40 minutos sobre a sua atividade, de onde vem o faturamento, quem entra no quadro societário e se há necessidade de visto. Sem compromisso.

  2. 02 · 1–3 dias úteis

    Estruturação

    Recomendação por escrito da jurisdição, da zona e da atividade licenciada e a cota de vistos que a estrutura comporta.

  3. 03 · 2–5 dias úteis

    Documentação

    Reunimos passaportes, comprovantes e formulários, cuidamos de traduções e legalizações e reservamos o nome da empresa junto ao órgão competente.

  4. 04 · 3–10 dias úteis

    Emissão da licença

    Submissão do processo e emissão da licença comercial com o registro da empresa e o memorando de constituição.

  5. 05 · 2–6 semanas

    Conta bancária

    Preparação do dossiê de compliance, apresentação aos bancos adequados ao seu perfil e acompanhamento em cada rodada de perguntas até a conta ser aberta. É a etapa mais longa, e a que mais depende do banco.

  6. 06 · 1–3 semanas

    Visto de residência e Emirates ID

    Entry permit, mudança de status, exame médico, biometria e emissão do Emirates ID — seu e dos seus dependentes, quando for o caso.

Do primeiro contato à empresa com licença, conta e visto, o caminho típico leva de 4 a 8 semanas. Atividades que exigem aprovação de órgãos adicionais podem somar de 2 a 4 semanas. Você recebe a estimativa do seu caso por escrito na proposta.

Com quem trabalhamos

Três perfis que acompanhamos todos os dias.

Cada caso é único, mas as perguntas de quem chega a Dubai costumam seguir um destes três caminhos. Se você se reconhece num deles, a primeira conversa já começa adiantada.

  • 01

    Gestor de patrimônio

    A situação

    Gere carteiras ou o patrimônio de famílias a partir de Lisboa, São Paulo ou Luanda e quer uma base nos Emirados para a sua atividade, a sua holding e a sua residência.

    Como ajudamos

    • Estrutura da empresa de gestão ou holding, com a atividade licenciada adequada
    • Dossiê de origem dos recursos preparado para o banco
    • Visto de residência e Emirates ID para você e a família
  • 02

    Empresário

    A situação

    Tem uma agência, uma consultoria, um e-commerce ou uma operação de importação, fatura clientes em vários países e quer operar a partir de Dubai.

    Como ajudamos

    • Escolha entre Free Zone, Mainland ou Offshore conforme onde estão os seus clientes
    • Licença, conta bancária empresarial e vistos para você e a equipe
    • Acompanhamento depois da licença: renovações, novos vistos, imposto corporativo e IVA
  • 03

    Investidor

    A situação

    Investe em imóveis ou em participações societárias e procura uma residência estável nos Emirados, sem depender de um empregador.

    Como ajudamos

    • Análise de elegibilidade ao Golden Visa ou ao Green Visa antes de qualquer compromisso
    • Estrutura para deter imóveis e participações
    • Residência de longo prazo com cônjuge e filhos incluídos

Perguntas frequentes

O que a comunidade lusófona pergunta antes de decidir.

As dúvidas que aparecem em quase toda primeira conversa, respondidas sem rodeio e com a regra na mão.

O processo é o mesmo para quem vem de Portugal, do Brasil, de Angola ou de Moçambique?

Do lado dos Emirados, sim: as estruturas, os vistos e o Emirates ID seguem as mesmas regras para qualquer nacionalidade. O que muda é o que vem do país de origem — a legalização e tradução dos documentos para uso nos Emirados, a forma de comprovar a origem dos recursos perante o banco e as obrigações fiscais e cambiais em casa. Tratamos da parte dos Emirados e indicamos o que deve ser confirmado com um assessor no seu país.

Qual a diferença entre Mainland, Free Zone e Offshore?

Mainland é a empresa habilitada a operar em todo o mercado local dos Emirados, inclusive com contratos públicos. Free Zone é constituída dentro de uma zona franca, tem processo mais enxuto, pacotes com cota de vistos e regime tributário próprio, sendo a escolha natural de quem fatura fora dos EAU. Offshore não tem presença física nem licença para operar no mercado local: serve para deter ativos, participações e imóveis, e não emite visto de residência. A escolha certa vem de onde está o seu cliente e do que você precisa fazer com a empresa.

Um estrangeiro pode ter 100% da empresa nos Emirados?

Pode. O Decreto-Lei Federal nº 26/2020, que alterou a lei das sociedades comerciais dos EAU, eliminou a exigência de sócio emiratense majoritário ou agente local para a maioria das atividades econômicas — inclusive no Mainland, onde antes valia a regra dos 51%. Empresas de Free Zone já operavam com propriedade estrangeira integral. Permanece um conjunto restrito de atividades de impacto estratégico, cuja titularidade integral depende de aprovação do órgão regulador do setor; verificamos a sua atividade antes de recomendar a estrutura.

Como funciona o visto de residência? E a família?

O caminho mais comum é o visto patrocinado pela sua própria empresa, normalmente com validade de 2 anos e renovável: emitido o entry permit, você faz mudança de status, exame médico e biometria, e recebe o Emirates ID — o documento que destrava conta bancária pessoal, aluguel, plano de saúde e escola. Cônjuge e filhos entram como dependentes depois que o seu visto sai. Há ainda as vias de longo prazo: o Green Visa de 5 anos para investidor com participação a partir de AED 1 milhão, e o Golden Visa de 5 ou 10 anos, que inclui investidores imobiliários com imóveis a partir de AED 2 milhões (5 anos, renovável). A cota de vistos que a sua empresa pode emitir depende da estrutura e do espaço contratado.

Consigo abrir a empresa sem viajar para os Emirados?

Na maioria das Free Zones, sim: a constituição é feita à distância, com documentos digitais e assinatura remota ou procuração. A viagem entra quando você quer o visto de residência, porque exame médico, biometria e emissão do Emirates ID são presenciais, e quando o banco escolhido exige entrevista com o titular. Organizamos o processo para concentrar tudo isso em uma única ida a Dubai.

Em quanto tempo a empresa fica pronta?

Com a documentação completa e sem exigência adicional, a licença de Free Zone costuma sair em 3 a 10 dias úteis — algumas zonas emitem em 1 dia útil em regimes expressos. Estruturas de Mainland que dependem de aprovação de terceiros levam mais. Depois da licença vêm o visto de residência (1 a 3 semanas) e a conta bancária (2 a 6 semanas), que correm em paralelo. Na prática, do primeiro contato à empresa operando com conta e visto, o caminho típico é de 4 a 8 semanas; atividades que exigem aprovações setoriais podem somar de 2 a 4 semanas.

Preciso de conta bancária nos EAU? É difícil abrir?

Precisa, se a empresa vai receber e pagar de fato. Não é difícil quando o dossiê chega organizado: os bancos querem entender a origem dos recursos, quem são os clientes, de onde vem o faturamento e qual a substância da operação. O prazo usual é de 2 a 6 semanas, e é a etapa que mais depende de terceiros. Nós preparamos essa documentação antes de apresentar você ao banco com o perfil mais compatível, e acompanhamos cada rodada de perguntas do compliance até a conta ser aberta.

Empresa nos Emirados paga imposto? E pessoa física?

A empresa paga imposto corporativo à alíquota padrão de 9% sobre o lucro tributável acima de AED 375.000 por ano. Empresas de Free Zone que cumprem os requisitos de Qualifying Free Zone Person pagam 0% sobre o lucro qualificado — mas atenção a um detalhe que quase ninguém explica: a QFZP não tem direito à faixa isenta de AED 375.000, e o que não for lucro qualificado é tributado a 9% desde o primeiro dirham. Existe ainda o Small Business Relief, para faturamento de até AED 3 milhões, aplicável a períodos fiscais encerrados até 31 de dezembro de 2026 e indisponível para QFZP. O registro de IVA passa a ser obrigatório acima de AED 375.000 de faturamento tributável. Pessoa física não paga imposto de renda sobre salários nos Emirados.

Informação geral, não constitui aconselhamento fiscal. Regras vigentes em agosto de 2026 — confirme a situação do seu caso com um assessor tributário nos EAU.

Ao mudar para Dubai deixo de ser residente fiscal no meu país?

Não automaticamente. Cada país tem os seus próprios critérios para deixar de considerar alguém residente fiscal — dias de permanência, família, casa, centro de interesses, comunicação formal de saída — e as regras de Portugal, do Brasil, de Angola ou de Moçambique não são iguais. Nos Emirados, quem cumpre os requisitos pode pedir um certificado de residência fiscal. Antes de mudar, confirme a sua situação com um contabilista ou advogado no país de origem.

Informação geral, não constitui aconselhamento fiscal. As regras de cada país mudam e devem ser confirmadas com um assessor local.

Os Emirados ainda são considerados paraíso fiscal pela Receita Federal?

Não. A Instrução Normativa RFB nº 2.265, publicada em 13 de maio de 2025, retirou os Emirados Árabes Unidos da lista brasileira de jurisdições com tributação favorecida, com base no artigo 24-C da Lei nº 9.430/1996, incluído pela Lei nº 15.079/2024. Na prática, deixam de incidir consequências como a alíquota majorada de 25% de IRRF sobre determinados rendimentos e as regras mais restritivas de subcapitalização e de dedutibilidade. Isso não elimina as obrigações brasileiras: quem permanece residente fiscal no Brasil segue sujeito à Lei nº 14.754/2023, que tributa anualmente os lucros de entidades controladas no exterior a 15% em determinadas hipóteses — entre elas a de renda passiva relevante — além da declaração de bens no exterior. E as listas são dinâmicas: elas mudam, e a sua estrutura precisa ser revisada quando isso acontece.

Informação geral, não constitui aconselhamento fiscal. Leve este ponto ao seu contador ou advogado tributarista no Brasil antes de decidir a estrutura.

Contato

Comece pela conversa. Sem compromisso.

Conte em duas linhas o que você faz e o que pretende nos Emirados. Respondemos com a estrutura mais provável para o seu caso e os próximos passos.

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